E porque não aprender coreano? Imersão na cultura coreana

안녕하세요

Podem não perceber o que está escrito acima mas estava a cumprimenta-los em coreano. Os caracteres acima leem-se Annyeonghaseyo.

Muito por influência dos filmes e séries do pequeno pais eu acabei por me interessar pela cultura coreana. A sua história mas especialmente a sua cozinha e língua.

A cozinha coreana é muito rica. Em contraste com a “fast food” americana a cozinha coreana é apelidada de “slow food”. É uma cozinha emergente que se tem espalhado pelo mundo. Em Portugal, especialmente Porto e Lisboa é possível encontrar restaurantes coreanos.

A cozinha coreana tem influências da chinesa e japonesa (devido à ocupação) mas tem características muito próprias. Abaixo deixo alguns dos pratos coreanos mais conhecidos.

Destes todos, o Kimchi é o mais popular. Mas ele nem é bem um prato. Basicamente o Kimchi (hortaliça apimentada e deixada a fermentar por longo periodo) é a base da alimentação coreana, servindo como acompanhamento para os vários pratos.

Da cozinha coreana é também conhecida o Korean Barbecue que é um churrasco  de carne de porco ou bife com vários acompanhamentos e também vários pratos à base de marisco (ou não fosse a Coreia do Sul cercada por mar).

Korean Barbecue.

Um ano de Covid

people holding shoulders sitting on wall
De Duy Pham via Unsplash

Um ano de pandemia. Um ano de um vírus que virou a nossa vida do avesso. Um vírus que transformou o abraço num risco à saúde, que nos obrigou a fechar dentro de casa, a testar os nossos limites.

As memórias da nossa vida pré-Covid parecem cada vez mais distantes e carregadas de nostalgia. Saudades dos beijos e abraços, dos dias sem mascaras e outros adereços que nos afastam. Saudades das reuniões de família e dos jantares com amigos, do encontro para o café (ou um copo) acompanhado por dois dedos de conversa. Das idas ao cinema, dos jogos de futebol com público. Dos passeios à beira-mar e das noites memoráveis.

O Covid tirou-nos muito. Pessoalmente não foi um ano muito positivo para mim mas comparado com muitos outros casos, em que famílias foram destruídas, sinto-me um felizardo.

Agora é esperar que as vacinas avancem e que nos vejamos livre desta pandemia e voltemos à nossa antiga vida. Ou algo próximo disso…

O Covid tirou-nos muito mas talvez tenha dado algo. Relembrou-nos do quanto a vida é fugaz, e do quanto é importante que a vivamos com a maior intensidade possível. De preferência, sem o receio de demonstrarmos às pessoas que amamos o quanto elas são importantes para nós.

E que em breve nos possamos voltar a abraçar sem receios.