Um ano de Covid

people holding shoulders sitting on wall
De Duy Pham via Unsplash

Um ano de pandemia. Um ano de um vírus que virou a nossa vida do avesso. Um vírus que transformou o abraço num risco à saúde, que nos obrigou a fechar dentro de casa, a testar os nossos limites.

As memórias da nossa vida pré-Covid parecem cada vez mais distantes e carregadas de nostalgia. Saudades dos beijos e abraços, dos dias sem mascaras e outros adereços que nos afastam. Saudades das reuniões de família e dos jantares com amigos, do encontro para o café (ou um copo) acompanhado por dois dedos de conversa. Das idas ao cinema, dos jogos de futebol com público. Dos passeios à beira-mar e das noites memoráveis.

O Covid tirou-nos muito. Pessoalmente não foi um ano muito positivo para mim mas comparado com muitos outros casos, em que famílias foram destruídas, sinto-me um felizardo.

Agora é esperar que as vacinas avancem e que nos vejamos livre desta pandemia e voltemos à nossa antiga vida. Ou algo próximo disso…

O Covid tirou-nos muito mas talvez tenha dado algo. Relembrou-nos do quanto a vida é fugaz, e do quanto é importante que a vivamos com a maior intensidade possível. De preferência, sem o receio de demonstrarmos às pessoas que amamos o quanto elas são importantes para nós.

E que em breve nos possamos voltar a abraçar sem receios.

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ElectroescadaS

Venha de lá esse abraço (virtual)…

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